Ao avaliar uma serra cirúrgica, é comum que a análise se concentre em potência, velocidade, tipos de cabeçote e acessórios.
Esses fatores são importantes, mas não são os únicos elementos que impactam o resultado final para hospitais, centros cirúrgicos e equipes assistenciais.
A disponibilidade do equipamento, a facilidade de processamento e o suporte técnico também influenciam diretamente a rotina operacional.
Além da performance
Uma serra cirúrgica precisa estar pronta para utilização sempre que necessária.
Por isso, aspectos como facilidade de reprocessamento, disponibilidade de peças, assistência técnica e simplicidade operacional devem fazer parte da avaliação.
O conceito da Serra Cirúrgica OSTUS
A Serra Cirúrgica OSTUS foi desenvolvida para aplicações em procedimentos ortopédicos e cardíacos.
Seu sistema modular permite diferentes configurações de utilização, incluindo cabeçote reciprocante para esternotomia, cabeçote sagital para cortes ósseos de precisão e cabeçote perfurador canulado.
Entre seus diferenciais estão:
- Cabeçotes autoclaváveis;
- Cabo de transmissão autoclavável;
- Sistema de engate rápido;
- Controle progressivo por pedal;
- Tecnologia nacional;
- Suporte técnico especializado.
Processamento hospitalar
O sistema foi projetado para integração à rotina de processamento hospitalar, com componentes compatíveis com limpeza, desinfecção e esterilização conforme instruções de uso.

Essa característica contribui para maior previsibilidade operacional e organização dos processos internos.
Pensando na realidade dos hospitais brasileiros
Mais do que desenvolver um dispositivo médico, o objetivo da Mendel Medical é entregar soluções alinhadas à realidade operacional dos estabelecimentos de saúde.
Confiabilidade operacional, suporte nacional e continuidade de uso fazem parte desse compromisso.
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